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| Na foto temos: Xander (Ian Verdun), Maddie (Fola Evans), Ben (Alex Roe), Ryn (Eline Powel), Donna (Sibongile Mlambo) e Helen (Rena Owen). |
Um lugar em que você encontrará leitura leve, sensível e engraçada, mas também conteúdos técnicos, didáticos e informativos. Um espaço completo onde você aprende como melhorar a escrita e quais são as principais técnicas de Copywriting, escrita criativa, etapas de publicação de livros (digitais e físicos), como aprimorar seu tempo e parar de postergar os sonhos que querem ir para o papel e tornarem-se reais.
Sempre acompanhados de uma xícara de café fresquinho; e muita, muita dedicação.
Seja muito bem vindo(a) ao “The Writer News”, uma folha em branco que está sendo escrita especialmente para os que dedicam tempo à leitura, seja durante o ócio ou com tempo de qualidade e no verso do “vice e versa” escreve tudo o que deseja, imagina ou precisa. Visceral ou tecnicamente para maioria de nós que fazemos os dois.
Um lugar em que você encontrará leitura leve, sensível e engraçada, mas também conteúdos técnicos, didáticos e informativos. Um espaço completo onde você aprende como melhorar a escrita e quais são as principais técnicas de Copywriting, escrita criativa, etapas de publicação de livros (digitais e físicos), como aprimorar seu tempo e parar de postergar os sonhos que querem ir para o papel e tornarem-se reais.
Sempre acompanhados de uma xícara de café fresquinho; e muita, muita dedicação.
17 de outubro de 2024
Resenha da série "Siren" da Freeform
7 de agosto de 2024
Resenha "Quando a vida escolhe" de Zibia Gasparetto
É natural ser envolvido e se emocionar com os livros de
Zibia Gasparetto, mas ler “Quando a vida escolhe” é ser devastado nas primeiras
cinco páginas, somente para ser reconstruído com o desenrolar da história,
enquanto refletimos sobre a vida e nos damos conta que todas as coisas que
vivemos aconteceram com algum propósito, mesmo que ainda não consigamos
perceber.
Luciana, uma das personagens principais, é uma jovem que tem
um discernimento e sabedoria únicos, suficientes para ajudar as outras pessoas
da história, como José Luiz, um desconhecido que encontra diante do túmulo de
sua mãe, Suzane, no início do século XX.
Somos levados a questionar como muitas vezes temos tudo o que
precisamos diante de nós, mas nossa ambição e orgulho, faz com que percamos
essas coisas e que muitas vezes, isso é irreversível.
Como, por exemplo, amar intensamente alguém, mas por vontade de querer uma vida melhor, decide casar com outra pessoa, apenas por um status e coisas que o dinheiro proporciona. Às vezes, nos permitimos escolher coisas repletos de egoísmos, aspirando coisas materiais e nos permitimos perder os bens mais valiosos da vida.
“Você está onde se põe. É a lei da vida. Se você se colocar em um lugar melhor, sua vida mudará e coisas boas começarão a acontecer. Até agora, tem escolhido mal o seu caminho e o resultado é o que você tem. Mas ainda é tempo de mudar. De colocar pra fora todo amor, alegria e luz que a vida lhe deu e você apagou. A escolha está em suas mãos.” (Zibia Gasparetto)A obra traz lições de vida, bondade, amizade, perseverança e
amor, mas especialmente como todas as nossas escolhas trazem consequências e
que uma vez tomada determinada decisão, todo o resto da história é transmutado.
“Quando a vida escolhe” é um romance ditado pelo espírito
Lucius, que foi publicado originalmente pela Editora Vida e Consciência, em
1992, tendo uma segunda edição publicada em 2015, com capa e diagramação
reformulados. Esta é uma das obras mais queridas dos leitores de Zibia e aborda
questões inerentes às pessoas que procuram meios de se tornarem pessoas
melhores.
Você não precisa ser espírita ou aceitar a lei da reencarnação
como verdade ou a mediunidade da protagonista para apreciar a história, o texto
do livro não é de escrita robusta, o que permite ser compreendido por qualquer
pessoa e torna a leitura fluída.
Particularmente, sou suspeita pra falar, porque sou apaixonada nesse livro, mas eu não indicaria se não fosse realmente muito bom. Você já leu esse livro? O que achou?
10 de maio de 2024
Phonebook: conheça o livro projetado pra fazer você parar de rolar a tela
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| Phonebook/Hinge |
Em fevereiro deste ano, o site do aplicativo Hinge fez o
lançamento do “Phonebook: one more hour”, um livro digital que tem o principal
objetivo de fazer com que as pessoas saiam das redes sociais, parem de rolar a
tela e usar a desculpa de que é “só mais uma hora” e voltem seus olhares para
si, cuidando da saúde mental e aproveitando momentos com as pessoas de forma
presencial.
Com experiência de leitura física, ao clicar para a próxima
página, o layout do livro faz o movimento de virar as folhas e entrega um
conteúdo cheio de ideias para fazer com que as pessoas larguem os smartphones.
A ideia do livro é fazer com que as pessoas parem de
consumir conteúdos aleatórios, desperdiçando horas do seu dia, tirando-as da
posição de usuários passivos, onde estes veem o que outras pessoas publicam na
internet, mesmo que não seja nada relevante, ficando a mercê da tela do celular
e colocando-os em lugar de pessoa ativa, que filtra o que quer ver e sabe o
momento e período certo de estar online, usando as mídias sociais a seu favor,
deixando de ser vítima do aparelho.
Em mais de cem páginas, o e-book incentiva ao leitor ter
momentos de interação com as pessoas próximas, consumir algum livro clássico,
como nas primeiras páginas em que a pessoa pode ler as duzentas primeiras
palavras do livro “Drácula” do autor irlandês Bram Stoker ou até mesmo refletir
e lembrar de alguma pessoa ao ver determinados objetos expostos nas páginas do
livro.
Outro pronto interessante do livro é as dicas e passos para
meditação, prática pouca usual pela geração “fast”, em que, inundados de
ansiedade, precisam que tudo aconteça de forma rápida, como o caso da autora
deste texto, que consumiu o livro em menos de uma hora para produzir um
conteúdo válido sobre a experiência.
Nas páginas do e-book, também pode ser encontrado colagem de
fotos dos memes dos gatinhos que as pessoas veem todos os dias (você, com
certeza viu, pelo menos, dois destes hoje) e está relatado que quase setecentas
milhões de pessoas assistem conteúdos relacionados a gatos por dia.
O livro encontra-se disponível de forma gratuita no site da
empresa Hinge e embora ainda não tenha sido traduzido para o português, as
pessoas que têm o mínimo de noção do inglês conseguem fazer a leitura sem muita
dificuldade.
Além disso, para as pessoas que gostaram de ser incentivadas
a fazer algumas atividades em “Destrua este diário”, a experiência com o
Phonebook não seria diferente, considerando que o livro também fornece instruções
para que determinadas coisas sejam feitas, como escrever sobre algo e refletir
sobre o que responder quando perguntar a uma pessoa como ela se sente e a mesma
responder que não está bem.
Hinge, muito além do site online, é um aplicativo
internacional de encontros, criado por Justin McLeod através de um algoritmo
vencedor de Prêmio Nobel, o objetivo é conectar as pessoas em experiências além
do smartphone.
Caso o e-book seja lançado de forma física por alguma
editora, você não acha que seria interessante se realmente tivesse o formato de
um celular? Você deixaria seu celular por uma hora hoje e se arriscaria a fazer
as atividades que o livro indicar? Ao invés de “só mais uma hora”, faça algo
diferente e aproveite mais um capítulo da sua vida fora das telas.
27 de junho de 2019
Resenha "Como Superar Um Fora"
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| Carol, Fe e Nat/@Netflix |
No elenco principal temos a Gisella Ponce De Léon (Maria Fé, a nossa soltera codiciada), Karina Jordán (Natalia), Jely Reátegui (Carolina) e Christopher Von Uckermannv (Santiago).
O trama gira em torno da Maria Fe (Gisella Ponce De Léon), que está tentando lidar com o término do seu namoro que durou seis anos, a solidão de morar sozinha, depois de tanto tempo, a crise de identidade de uma mulher de vinte e nove anos que precisa ressignificar toda a sua realidade, e os desafios do seu trabalho quando ela se propõe a assumir a publicidade de uma marca de lenços de papel.
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| Fe, Santiago e Natalia/@Netflix |
Ela sofre as fases do término em uma única noite, desde a negação até a aceitação, e acorda decidida a fazer tudo diferente, mudar completamente a sua vida, só que a sua mente lhe prega peças a todo o instante e o seu tão querido ex namorado aparece em relapsos de memória conversando com ela, o que, talvez, tenha dificultado um pouco o processo de superação do término.
A Fe começa a se reencontrar quando decide criar um blog, "Soltera Codiciada" (Solteira Cobiçada), e em menos de um dia sua primeira publicação tem mais de trezentas visualizações, com o apoio dos seus amigos, Natalia, Carol e Santiago, e alguns colegas de trabalho.
Ela vai de completamente derrotada a um recomeço triunfante, ganha uma irmã, a Carolina, sua nova "companheira de quarto", que lhe ensina a pintar os móveis, a tentar fazer pole dance, e até mesmo como ser carinhosa com as plantinhas, e se reencontra completamente quando sua amiga, Natalia, mostra para ela como o seu relacionamento tinha se transformado em dependência emocional e como quando ela estava com o Matías (seu ex) não existia a Fe, mas sim a namorada dele que girava em torno dele e procurava sempre formas de fazê-lo feliz.
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| @Netflix |
De forma descontraída, e o mais importante, muito realista, o filme nos mostra como os relacionamentos podem se transformar em dependência emocional, anulando a personalidade de algum dos lados, e como os nossos amigos não foram feitos para dizer o que queremos ouvir, mas sim o que precisamos ouvir.
Com uma fotografia ótima, trilha sonora muito boa, e uma mensagem linda sobre recomeço e amor próprio, o filme tem o seu jeitinho de cativar.
E, finalmente, a Fe ensina que "princesa de verdade se salva sozinha!"
13 de junho de 2019
Resenha "Alguém Especial"
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| Erin, Jeny e Blair/@Netflix |
O filme "Alguém Especial", foi lançado em 19 de abril de 2019, produção Netflix, direção e roteiro de Jennifer Kaytin Robinson. Na produção temos Gina Rodriguez, Paul Feig, Jessie Henderson, e Anthony Bregman, e na equipe técnica: Jeffrey Wolf, na montagem.
No elenco principal temos a Gina Rodriguez (Jenny), o Lakeith Stanfield (Nate, namorado de Jane), DeWanda Wise (Erin), Brittany Snow (Blair) e Peter Vack (Matt).
Depois de um longo namoro de nove anos, cheio de altos de baixos, chegou o fim. O Nate terminou com a Jenny. Ela é uma jornalista e escritora, que precisa aprender a viver sem o Nate, e como, na maioria das vezes, tudo é um gatilho para um escritor, imagine como ela fica quando coisas pequenas como as suas músicas prediletas tocam ou quando ela vê uma garrafa de coca-cola no freezer de uma mercearia e sua mente traz lembranças de momentos que teve com ele.
A algumas semanas de ir embora para São Francisco, ela se reúne com suas amigas, Erin e Blair, para tentar dar uma levantada no seu ânimo, o que muitas vezes é falho, porque (uma característica brilhante de Jenny), ela sente o que está sentindo no momento exato que sente, lembra das coca-colas? Imagine-a, parada de frente ao freezer agarrada a uma garrafa de coca enquanto toca uma música do tempo da faculdade. Ou então, pense nas três amigas cantando, fazendo coisas como queijo de microfone, cantando tão alto a ponto de o dono da mercearia ir reclamar com elas. Pois é. Preciso dizer mais alguma coisa para vocês entenderem que eu amei o filme?
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| Erin, Jenny e Blair/@Netflix |
Três mulheres intensas, lidando com mudanças drásticas: Jenny indo embora e sofrendo pelo término do namoro de nove anos, Erin com dificuldades de assumir o que sente pela garota com que ela sai, e Blair presa e infeliz em um namoro, só porque ela não tem coragem de falar a verdade sobre como se sente para ele, por medo de machucá-lo.
O filme foi muito bem produzido, adoro essa imagem limpa, a iluminação perfeita, a trilha sonora me ganhou, não preciso esconder de ninguém.
E o que mais pesou para que eu fizesse a resenha do filme, foi que eu me identifiquei muito com a personagem, quer dizer, vocês notaram que eu tenho feito resenhas de filmes fofinhos ou que falam sobre términos de relacionamentos e superação? É o meu tipo de filme, embora não tenha nada a ver com a minha realidade. Eu gosto de ver, ouvir e ler sobre as diferentes formas que as pessoas lidam com seus sentimentos, em especial, quando se trata de um turbilhão de uma vez.
Além disso, o filme também nos mostra o peso de uma amizade sólida, sobre você ter alguém que possa contar de verdade, não importa a distância ou quanto tempo passe. Eles sempre estão lá.
Para os menores de dezoito anos, não indico que assistam porque contém muitas cenas em que elas usam drogas e algumas cenas de sexo.
Assim que eu conseguir descobrir as músicas que tocam no filme, faço uma playlist no Spotify e compartilho com vocês.
Espero que tenham gostado da resenha, e para todos que já assistiram ou vão assistir, por favor, me contem o que acharam! Vou adorar ler a opinião de vocês!
25 de abril de 2019
Resenha "O Date Perfeito"
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| @Netflix |
Se você quer um filme bonito, com uma mensagem boa, para sorrir e chorar um pouquinho, pode, com certeza, apertar o play em O Date Perfeito, na Netflix.
A experiência pode ser incrível e divertida.
Como sempre, quando se trata dos originais Netflix, eu adorei.














