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17 de outubro de 2024

Resenha da série "Siren" da Freeform





Siren é uma série de televisão da Freeform (rede de televisão americana da ABC – representante no Canadá), lançada em 29 de março de 2018, onde traz a história das sereias como nós nunca vimos antes. A série chegou ao Brasil, apenas três meses depois, sendo exibida pelo Canal Sony, às terças-feiras.

Com uma fotografia incrível e efeitos especiais extraordinários, a série foi escrita por Eric Wald, baseado em uma história dele juntamente com Dean White, dirigido por Scott Stewart, Larissa Ferdew e Emily Whitesell. A primeira temporada conta com dez episódios, cada um com, no máximo, quarenta e cinco minutos.

A trama acontece na cidade costeira de Bristol Cove, conhecida por sua lenda de abrigar sereias. A cidade fica de cabeça para baixo quando uma jovem misteriosa (Eline Powell) aparece e começa a destruir a pequena cidade pesqueira para procurar sua irmã capturada (Sibongile Mlambo). Os biólogos marinhos Ben (Alex Roe) e Maddie (Fola Evans-Akingbola) trabalham juntos para descobrir quem família este caçador primitivo do mar profundo vir a terra, e se questionam se há mais como ela lá fora.

Na foto temos: Xander (Ian Verdun), Maddie (Fola Evans), Ben (Alex Roe), Ryn (Eline Powel), Donna (Sibongile Mlambo) e Helen (Rena Owen).

No elenco nós temos: Eline Powell, como a queridinha Ryn, com seus olhos azuis claríssimos e sua pele branquinha; Fola Evans-Akingbola – como Maddie, a bióloga marinha que se torna uma grande amiga depois de um tempo; Alex Roe – como Ben, onde nós poderemos ver uma paixão ou obsessão se desenrolar por Ryn, depois que ela canta para ele; Ian Verdun – Xander, pescador e um dos extremos da série; Rena Owen – Helen, a velha misteriosa dona de uma loja de especiarias, que tem muitos segredos guardados; Sibongile Mlambo – Donna, a irmã de Ryn, capturada no início da série pelo governo; Chad Rook – Chris Mueller, amigo de Xander e Ben, também uma das vítimas das sereias; Aylya Marzolf – a incrível sereia Katrina, que ilustra perfeitamente a líder das sereias, e a guerra de poder entre elas; e Sedale Threatt Jr. – Levi, o incrível tritão, forte, lindo, negro de olhos azuis e submisso às vontades da líder.

Falando um pouco sobre a personagem principal, não poderiam ter escolhido atriz melhor, Eline Powel atua perfeitamente, desde os momentos em que  a Ryn é doce, meiga, até quando está furiosa com algo e sedenta por justiça, porque, para as sereias, é tudo sobre família e como protegê-la.

A série foi aclamada pela crítica como “a série de terror sobre sereias assassinas”, mas, é muito mais além disso. É possível ver cada detalhe da transformação da Ryn, tanto de sereia para humana, quanto ao contrário, desde o primeiro episódio, inclusive como os humanos reagem quando ela sai andando pela rua, completamente nua, até entender que esse era o motivo de as pessoas estarem olhando-na da forma que estão, e decidir pegar algumas roupas “emprestadas” no varal de uma cidadã de Bristol Cove.

Com todos os aspectos que a série nos traz, temos um novo olhar, uma nova perspectiva sobre a história das sereias, em especial no que tange ao assunto de que o governo sabe da existência das mesmas, e estaria capturando-as para fazer experimentos na tentativa de evoluir o ser humano, que é isso que acontece com Donna, a irmã de Ryn, a qual ela saiu do mar para procurar.

Um dos fatos mais extraordinários da série é quando Ryn explica a Ben (um dos biólogos marinhos) que quando elas estão dentro de água, tudo é caça “ou você mata, ou você morre”, mas quando estão em sua forma humana, elas conseguem discernir o certo do errado, como humanos fazem, a menos, é claro, que seja para defender a sua espécie.

Uma coisa muito interessante é que isso muda em relação a Ryn, depois de um tempo, porque ela desenvolve sentimentos pelas pessoas que estão ajudando-a com tudo que acontece, em especial Ben e Maddie.

Entre os pescadores e o governo, as sereias e os tritões procuram de, toda forma, sobreviver. Ataques, fugas, dor, sofrimento, guerra de poder... e mortes, resumem muito bem a trama. Levando em conta que, também, Ryn precisa lidar com a polícia no seu encalço por conta dos seus "pequenos" delitos.

Porém, no seu extremo, vemos também como as sereias, em especial, a Ryn se desenvolve no meio dos humanos, como ela descobre o que são sentimentos, como os humanos se relacionam uns com os outros e o que o seu canto pode fazer, porque, é claro que o canto da sereia não poderia faltar, muito menos o mistério entre a glória e o sofrimento que o mesmo pode causar.

Só para termos uma base dos extremos de Ryn, ela consegue ser doce a ponto de escolher o seu nome, assistindo um desenho animado com um bebê, e consegue ser fria a ponto de acabar com um cara que quis se aproveitar da sua aparente ingenuidade, no mesmo episódio.

E, por último, existe a importância de compreendermos o porquê de as sereias não saírem do mar, pensando no genocídio que suas ancestrais sofreram, depois que uma sereia se apaixonou por um humano, colocando em risco toda a colônia, e como os humanos reagiriam ao desconhecido.

Totalmente fora das ideias que conhecemos sobre as sereias, como “A Pequena Sereia” ou “A Sereia Iara”,  ou o romance "Siren" de Kiera Cass, temos um novo mundo diante dos nossos olhos, que cabe a cada um de nós, se depois de explorarmos, acreditaríamos em tal ou não, porque o que nós sabemos sobre os oceanos é apenas um pouco mais de um por cento, e cerca de noventa por cento dos oceanos ainda não foi mapeado.  Afinal, é um mundo grande, e nós, humanos, sabemos pouco e não temos controle sobre quase nada.

A série está avaliada para um público de maiores de 16 anos, e a segunda temporada foi lançada no dia 24 de janeiro de 2019 no site da Freeform, mas para quem não quiser esperar até chegar ao Canal Sony, aqui no Brasil, pode estar assistindo online nos seguintes sites:

Primeira Temporada: Assistir Siren Dublado Online
A Segunda Temporada ainda não está disponível completa, só temos online até o sexto episódio:


7 de agosto de 2024

Resenha "Quando a vida escolhe" de Zibia Gasparetto




É natural ser envolvido e se emocionar com os livros de Zibia Gasparetto, mas ler “Quando a vida escolhe” é ser devastado nas primeiras cinco páginas, somente para ser reconstruído com o desenrolar da história, enquanto refletimos sobre a vida e nos damos conta que todas as coisas que vivemos aconteceram com algum propósito, mesmo que ainda não consigamos perceber.

Luciana, uma das personagens principais, é uma jovem que tem um discernimento e sabedoria únicos, suficientes para ajudar as outras pessoas da história, como José Luiz, um desconhecido que encontra diante do túmulo de sua mãe, Suzane, no início do século XX.

Somos levados a questionar como muitas vezes temos tudo o que precisamos diante de nós, mas nossa ambição e orgulho, faz com que percamos essas coisas e que muitas vezes, isso é irreversível.

Como, por exemplo, amar intensamente alguém, mas por vontade de querer uma vida melhor, decide casar com outra pessoa, apenas por um status e coisas que o dinheiro proporciona. Às vezes, nos permitimos escolher coisas repletos de egoísmos, aspirando coisas materiais e nos permitimos perder os bens mais valiosos da vida.

“Você está onde se põe. É a lei da vida. Se você se colocar em um lugar melhor, sua vida mudará e coisas boas começarão a acontecer. Até agora, tem escolhido mal o seu caminho e o resultado é o que você tem. Mas ainda é tempo de mudar. De colocar pra fora todo amor, alegria e luz que a vida lhe deu e você apagou. A escolha está em suas mãos.” (Zibia Gasparetto)

A obra traz lições de vida, bondade, amizade, perseverança e amor, mas especialmente como todas as nossas escolhas trazem consequências e que uma vez tomada determinada decisão, todo o resto da história é transmutado.

“Quando a vida escolhe” é um romance ditado pelo espírito Lucius, que foi publicado originalmente pela Editora Vida e Consciência, em 1992, tendo uma segunda edição publicada em 2015, com capa e diagramação reformulados. Esta é uma das obras mais queridas dos leitores de Zibia e aborda questões inerentes às pessoas que procuram meios de se tornarem pessoas melhores.

Você não precisa ser espírita ou aceitar a lei da reencarnação como verdade ou a mediunidade da protagonista para apreciar a história, o texto do livro não é de escrita robusta, o que permite ser compreendido por qualquer pessoa e torna a leitura fluída.

Particularmente, sou suspeita pra falar, porque sou apaixonada nesse livro, mas eu não indicaria se não fosse realmente muito bom. Você já leu esse livro? O que achou?

10 de maio de 2024

Phonebook: conheça o livro projetado pra fazer você parar de rolar a tela



Phonebook/Hinge

 

Em fevereiro deste ano, o site do aplicativo Hinge fez o lançamento do “Phonebook: one more hour”, um livro digital que tem o principal objetivo de fazer com que as pessoas saiam das redes sociais, parem de rolar a tela e usar a desculpa de que é “só mais uma hora” e voltem seus olhares para si, cuidando da saúde mental e aproveitando momentos com as pessoas de forma presencial.

Com experiência de leitura física, ao clicar para a próxima página, o layout do livro faz o movimento de virar as folhas e entrega um conteúdo cheio de ideias para fazer com que as pessoas larguem os smartphones.

A ideia do livro é fazer com que as pessoas parem de consumir conteúdos aleatórios, desperdiçando horas do seu dia, tirando-as da posição de usuários passivos, onde estes veem o que outras pessoas publicam na internet, mesmo que não seja nada relevante, ficando a mercê da tela do celular e colocando-os em lugar de pessoa ativa, que filtra o que quer ver e sabe o momento e período certo de estar online, usando as mídias sociais a seu favor, deixando de ser vítima do aparelho.

Em mais de cem páginas, o e-book incentiva ao leitor ter momentos de interação com as pessoas próximas, consumir algum livro clássico, como nas primeiras páginas em que a pessoa pode ler as duzentas primeiras palavras do livro “Drácula” do autor irlandês Bram Stoker ou até mesmo refletir e lembrar de alguma pessoa ao ver determinados objetos expostos nas páginas do livro.

Outro pronto interessante do livro é as dicas e passos para meditação, prática pouca usual pela geração “fast”, em que, inundados de ansiedade, precisam que tudo aconteça de forma rápida, como o caso da autora deste texto, que consumiu o livro em menos de uma hora para produzir um conteúdo válido sobre a experiência.

Nas páginas do e-book, também pode ser encontrado colagem de fotos dos memes dos gatinhos que as pessoas veem todos os dias (você, com certeza viu, pelo menos, dois destes hoje) e está relatado que quase setecentas milhões de pessoas assistem conteúdos relacionados a gatos por dia.

O livro encontra-se disponível de forma gratuita no site da empresa Hinge e embora ainda não tenha sido traduzido para o português, as pessoas que têm o mínimo de noção do inglês conseguem fazer a leitura sem muita dificuldade.

Além disso, para as pessoas que gostaram de ser incentivadas a fazer algumas atividades em “Destrua este diário”, a experiência com o Phonebook não seria diferente, considerando que o livro também fornece instruções para que determinadas coisas sejam feitas, como escrever sobre algo e refletir sobre o que responder quando perguntar a uma pessoa como ela se sente e a mesma responder que não está bem.

Hinge, muito além do site online, é um aplicativo internacional de encontros, criado por Justin McLeod através de um algoritmo vencedor de Prêmio Nobel, o objetivo é conectar as pessoas em experiências além do smartphone.

Caso o e-book seja lançado de forma física por alguma editora, você não acha que seria interessante se realmente tivesse o formato de um celular? Você deixaria seu celular por uma hora hoje e se arriscaria a fazer as atividades que o livro indicar? Ao invés de “só mais uma hora”, faça algo diferente e aproveite mais um capítulo da sua vida fora das telas.

27 de junho de 2019

Resenha "Como Superar Um Fora"



Carol, Fe e Nat/@Netflix
O filme "Como Superar Um Fora",  título original "Soltera Codiciada"  (originalmente peruano) foi lançado em 31 de maio de 2018, mais uma produção Netflix. Com direção de Bruno Ascenzo e Joanna Lombardi Pollarolo, na equipe técnica Erick Willians como o montador, e Mário Farias como o diretor de arte.

No elenco principal temos a Gisella Ponce De Léon (Maria Fé, a nossa soltera codiciada), Karina Jordán (Natalia), Jely Reátegui (Carolina) e Christopher Von Uckermannv (Santiago).

O trama gira em torno da Maria Fe (Gisella Ponce De Léon), que está tentando lidar com o término do seu namoro que durou seis anos, a solidão de morar sozinha, depois de tanto tempo, a crise de identidade de uma mulher de vinte e nove anos que precisa ressignificar toda a sua realidade, e os desafios do seu trabalho quando ela se propõe a assumir a publicidade de uma marca de lenços de papel.



Fe, Santiago e Natalia/@Netflix


Ela sofre as fases do término em uma única noite, desde a negação até a aceitação, e acorda decidida a fazer tudo diferente, mudar completamente a sua vida, só que a sua mente lhe prega peças a todo o instante e o seu tão querido ex namorado aparece em relapsos de memória conversando com ela, o que, talvez, tenha dificultado um pouco o processo de superação do término.

A Fe começa a se reencontrar quando decide criar um blog, "Soltera Codiciada" (Solteira Cobiçada), e em menos de um dia sua primeira publicação tem mais de trezentas visualizações, com o apoio dos seus amigos, Natalia, Carol e Santiago, e alguns colegas de trabalho.

Ela vai de completamente derrotada a um recomeço triunfante, ganha uma irmã, a Carolina, sua nova "companheira de quarto", que lhe ensina a pintar os móveis, a tentar fazer pole dance, e até mesmo como ser carinhosa com as plantinhas, e se reencontra completamente quando sua amiga, Natalia, mostra para ela como o seu relacionamento tinha se transformado em dependência emocional e como quando ela estava com o Matías (seu ex) não existia a Fe, mas sim a namorada dele que girava em torno dele e procurava sempre formas de fazê-lo feliz.



@Netflix


De forma descontraída, e o mais importante, muito realista, o filme nos mostra como os relacionamentos podem se transformar em dependência emocional, anulando a personalidade de algum dos lados, e como os nossos amigos não foram feitos para dizer o que queremos ouvir, mas sim o que precisamos ouvir.

Com uma fotografia ótima, trilha sonora muito boa, e uma mensagem linda sobre recomeço e amor próprio, o filme tem o seu jeitinho de cativar.

E, finalmente, a Fe ensina que "princesa de verdade se salva sozinha!"


13 de junho de 2019

Resenha "Alguém Especial"



Erin, Jeny e Blair/@Netflix

O filme "Alguém Especial", foi lançado em 19 de abril de 2019, produção Netflix, direção e roteiro de Jennifer Kaytin Robinson. Na produção temos Gina Rodriguez, Paul Feig, Jessie Henderson, e Anthony Bregman, e na equipe técnica: Jeffrey Wolf, na montagem.

No elenco principal temos a Gina Rodriguez (Jenny), o Lakeith Stanfield (Nate, namorado de Jane), DeWanda Wise (Erin), Brittany Snow (Blair) e Peter Vack (Matt).

Depois de um longo namoro de nove anos, cheio de altos de baixos, chegou o fim. O Nate terminou com a Jenny. Ela é uma jornalista e escritora, que precisa aprender a viver sem o Nate, e como, na maioria das vezes, tudo é um gatilho para um escritor, imagine como ela fica quando coisas pequenas como as suas músicas prediletas tocam ou quando ela vê uma garrafa de coca-cola no freezer de uma mercearia e sua mente traz lembranças de momentos que teve com ele.

A algumas semanas de ir embora para São Francisco, ela se reúne com suas amigas, Erin e Blair, para tentar dar uma levantada no seu ânimo, o que muitas vezes é falho, porque (uma característica brilhante de Jenny), ela sente o que está sentindo no momento exato que sente, lembra das coca-colas? Imagine-a, parada de frente ao freezer agarrada a uma garrafa de coca enquanto toca uma música do tempo da faculdade. Ou então, pense nas três amigas cantando, fazendo coisas como queijo de microfone, cantando tão alto a ponto de o dono da mercearia ir reclamar com elas. Pois é. Preciso dizer mais alguma coisa para vocês entenderem que eu amei o filme?

Erin, Jenny e Blair/@Netflix


Três mulheres intensas, lidando com mudanças drásticas: Jenny indo embora e sofrendo pelo término do namoro de nove anos, Erin com dificuldades de assumir o que sente pela garota com que ela sai, e Blair presa e infeliz em um namoro, só porque ela não tem coragem de falar a verdade sobre como se sente para ele, por medo de machucá-lo.

O filme foi muito bem produzido, adoro essa imagem limpa, a iluminação perfeita, a trilha sonora me ganhou, não preciso esconder de ninguém.

E o que mais pesou para que eu fizesse a resenha do filme, foi que eu me identifiquei muito com a personagem, quer dizer, vocês notaram que eu tenho feito resenhas de filmes fofinhos ou que falam sobre términos de relacionamentos e superação? É o meu tipo de filme, embora não tenha nada a ver com a minha realidade. Eu gosto de ver, ouvir e ler sobre as diferentes formas que as pessoas lidam com seus sentimentos, em especial, quando se trata de um turbilhão de uma vez.

Além disso, o filme também nos mostra o peso de uma amizade sólida, sobre você ter alguém que possa contar de verdade, não importa a distância ou quanto tempo passe. Eles sempre estão lá.

Para os menores de dezoito anos, não indico que assistam porque contém muitas cenas em que elas usam drogas e algumas cenas de sexo.


 


Assim que eu conseguir descobrir as músicas que tocam no filme, faço uma playlist no Spotify e compartilho com vocês.

Espero que tenham gostado da resenha, e para todos que já assistiram ou vão assistir, por favor, me contem o que acharam! Vou adorar ler a opinião de vocês!

25 de abril de 2019

Resenha "O Date Perfeito"



@Netflix

Se você quer um filme bonito, com uma mensagem boa, para sorrir e chorar um pouquinho, pode, com certeza, apertar o play em O Date Perfeito, na Netflix.

O filme estreou em 12 de abril de 2019, dirigido por Chris Nelson, contamos com Marc Bienstock e Matthew Kaplan na produção, na equipe técnica Tara Timpone, a montadora e Nancy Nayor como diretora de elenco.

O elenco principal conta com os atores Noah Centineo (o queridinho Brooks Rattigan), Camila Mendes (Shelby Pace), Laura Marano (Celia Lieberman), Matt Walsh (Charlie Rattigan, o pai do Brooks) e Odiseas Gerorgiadis (Murph).

Brooks é o nosso personagem principal. Imagine você ter o encontro perfeito com o cara dos seus sonhos? É o que ele faz: se torna exatamente no que você quer.

O Brooks trabalha em uma lanchonete de fast food, mora com seu pai, o Charlie, que é um escritor.

O Brooks passou os últimos quase quatro anos se esforçando para entrar na faculdade Yale. Porém, como o dinheiro que recebe não é suficiente, e seu pai não tem condições de pagar, depois de ser pago para sair com a Celia Lieberman (a linda da Laura Marano), e no final da noite ela falar, brincando, que ele podia fazer aquilo profissionalmente.

Pensando nisso, ele conversa com o Murph (o Odiseas Gerorgiadis), seu amigo e companheiro de trabalho, que é desenvolvedor de softwares, eles têm a ideia de criar um aplicativo de encontros, em que as garotas escolhem com qual tipo de cara querem sair, para que ele possa conseguir dinheiro para entrar na faculdade Yale.

A partir daí, nós conhecemos vários Brooks: de nerd amante de arte, ou um grande babaca para assustar uns pais conservadores, até ele mesmo, que é um personagem tão complicado de encontrar dentro dele.

O filme é lindo, muito bem produzido e já ganhou muitos corações por aí, o que acha de se dar essa oportunidade?
A experiência pode ser incrível e divertida.

Minha opinião: 

Como sempre, quando se trata dos originais Netflix, eu adorei.

A fotografia do filme está ótima, a trilha sonora perfeita, e o Noah Centineo atuou muito bem, como também a Laura Marano não deixou a desejar, porque a forma como a sua personalidade forte e seu jeito de durona foi se desfazendo e mostrando a garota doce, divertida e singular que ela é, me fez gostar ainda mais da personagem, também por me identificar.

Confesso que achei que choraria mais, até deixei para assistir durante a TPM, mas foi no limite, no grau certinho.

P.s.: se prepare muito para ouvir a carta de admissão dele para a faculdade.